quinta-feira, dezembro 27, 2007

O "nosso Primeiro", José Sócrates, falou á Nação no Natal!

Como sempre se passa nesta quadra festiva temos sempre alguém feliz, mesmo que essa felicidade seja á custa da desgraça de outros.
Ficamos a saber que o "país de Sócrates", através do "nosso Primeiro", José Sócrates, temos alguns problemas resolvidos, nomeadamente o desemprego e o défice controlado.

Disse o "nosso Primeiro" "que nos últimos dois anos e meio da sua governação a economia gerou 106 mil novos empregos. Falta assim criar 44 mil postos de trabalho para o Governo cumprir a promessa eleitoral de criação de 150 mil novos empregos até 2009.", então e os inúmeros desempregados que continuam a alimentar o Serviço Nacional de Emprego?

“Temos agora boas razões para acreditar que a criação de emprego vai prosseguir nos próximos anos”, afirmou o chefe de Governo na tradicional mensagem de Natal, emitida ontem à noite pela RTP 1. José Sócrates mostrou-se confiante no futuro de Portugal e disse mesmo que o País estará em 2008 preparado “para enfrentar os desafios e as incertezas da economia global”. Isto depois de 2007, segundo referiu, ter sido “um ano de recuperação e um ano de resultados positivos para o País”. Sócrates deu exemplos: “O défice orçamental ficará abaixo de três por cento, o que significa que as contas públicas estão finalmente controladas e que vencemos a crise orçamental dos últimos anos”.

Correio da Manhã

Como pode alguém vir desejar e falar de realidades que no dia a dia todos sabemos que são diferentes, basta vermos todos os dias as intermináveis filas de desempregados no Serviço Nacional de Emprego (SNE), sabendo nós que todos os dias fecham empresas e que o valor do desemprego é o mais alto da Europa,e não baixa do meio milhão de desempregados.
E onde param os desempregados que já não recebem subsidio e á muito deixaram de ter esperança e conseguirem um emprego digno.
Toda esta conversa como todos sabemos não corresponde á verdade, em Portugal a cada dia que passa a população tem mais dias de calendário a que já não corresponde qualquer valor do ordenado.
Gostava de ver os nossos governantes e deputados a viverem com ordenado correspondente ao "ORDENADO MÍNIMO".

Fiquem bem

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