terça-feira, novembro 26, 2013

26 de Novembro de 2013 o dia da Indignação ...

Boa noite!

Os trabalhador do privado e do público, os reformados, os desempregados, em suma os deserdados deste país saíram à rua logo pela manhã numa jornada de indignação pela forma como o Povo está a ser tratado, onde cada vez mais a pressão sobre a dignidade de vida deste Povo martirizado por um aumento de custo de vida, onde a recessão vem aumentando de dia para dia, onde o desemprego não para de subir. 

Mas o dia não acabou sem que as indignações não pararam, e continuaram com um protesto inovador, a ocupação de ministérios.

Mas vamos lá à cronologia do dia da indignação.




Não é possível um país com um governo neoliberal poder ser sustentável com as politicas restritivas que este governo impões como bom aluno de uma Europa pouco humanista e que privilegia o grande capital, não é por acaso que surgiram este ano mais milionários, em contrapartida já tivemos cerca de 17% de desempregados, que descera pontualmente durante o Verão dada a sazonalidade provocada pelo turismo, mas que tendencialmente vai subir. E se formos um pouco perspicazes podemos reflectir na forma como vai ser perniciosa como o aumento das 40 horas na função pública se vai reflectir no enviar para o desemprego muitos trabalhadores do sector público.


Como podemos compreender para estes milionários surgirem da forma como surgem os pobres têm forçosamente de aumentarem, ou seja, a diferença entre ricos e pobres aumenta de forma descomunal.

Quanto ás 40 horas para o serviço público, a desinformação é enorme conseguindo assim dividir trabalhadores do privado contra os do público,  mas a realidade o que a Constituição diz é que o máximo de horas que um trabalhador deve fazer são 40, e não que todos devem trabalhar 40 horas, aliás no privado através da contratação muitos contratos são feitos para 35 horas, o que no sector público não existe. 
O que não é dado a conhecer é que os trabalhadores do sector público beneficiavam de 35 horas de trabalho e têm mais dias de férias porque durante anos não foram dados aumentos, desde 2006 que os aumentos salariais estão congelados.


Mas o dia da indignação ainda não havia acabado à hora do jantar, a essa hora havia dirigentes sindicais e manifestantes a ocuparem ministérios, e Passos Coelho após falar com Cavaco Silva cancela visita oficial á Lituánia.


Termino com mais uma foto da manifestação da praça fronteira ao Parlamento cheia.


Fiquem bem.

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