segunda-feira, janeiro 14, 2013

Porreiro pá! O PS está (des)unido!!!!

Hoje as notícias de abertura de alguns noticiários davam relevância ao que o socialista Alvaro Beleza, será que é mesmo socialista?, sobre o acabar com a ADSE, conseguimos assim perceber que se o PS for para o governo, embora Carlos Zorrinho tenha vindo apressadamente dizer que é só uma opinião do coordenador do PS para a área da saúde “"Mas é a opinião pessoal do coordenador [Álvaro Beleza], mas não é a opinião do PS. Em todas as áreas de trabalho, o PS está a desenvolver debate interno. Nesse caso em concreto, não somos a favor da extinção da ADSE", declarou.“ bom! Mas se é o coordenador para a área da saúde o que vai suceder quando, hipoteticamente, tendo em conta que Alvaro Beleza pertence ao secretariado, o PS chegar ao poder?, algo vai mal no reino do PS, ou está infiltrado por gente com ideias neoliberais e o PS anda distraído e quem se vai ver confrontado com as mesmas medidas de Passos Coelho, embora Zorrinho diga o contrário, são os eleitores em futuras eleições que possam votar no PS.
Ficamos assim na dúvida se o PS, embora diga o contrário, não fará o mesmo e não pegará nas proposta recentes do FMI e não fará pior que o PSD, por tal é necessário o reforço eleitoral nos partidos da esquerda, incluindo a esquerda do PS.

Existem outras opiniões dentro do PE, a sua esquerda, que tal como Francisco Assis defendem uma negociação com a Troika para que exista em Portugal um governo de esquerda, mas essa esquerda não pode ser somente o PS, vejamos o que conta Assis:
PS deve dizer que o Governo já não tem condições para reformar - Assis O ex-líder parlamentar socialista Francisco Assis considerou hoje que é mais importante o PS dizer que o Governo perdeu condições políticas para reformar do que sustentar que não tem mandato para cortar quatro mil milhões de euros.

Esta posição foi defendida por Francisco Assis após a sessão de abertura das Jornadas Parlamentares do PS, que decorrem até terça-feira em Viseu, numa intervenção em que também advertiu os socialistas para os perigos de "uma astúcia" do executivo PSD/CDS, segundo a qual as atuais medidas são "uma fatalidade" porque a alternativa é a crise política.

Miguel Relvas desafia PS a tomar posição sobre extinção da ADSE O ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, considerou hoje “positiva” a proposta de extinção da ADSE mas desafiou o PS a clarificar a sua posição e o que pretende fazer com os 400 mil beneficiários do subsistema de saúde. “É uma proposta que me parecia particularmente positiva, mas estamos à espera que o PS diga qual é que é a posição que vale, se a do porta-voz para o setor, e membro da direção, se a do líder parlamentar”, afirmou hoje o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas comentando a hipótese de a ADSE (sistema de proteção dos trabalhadores da administração pública) ser extinta caso os socialistas regressem ao Governo.

opinião sem sentido do coordenador da saúde do PS levam-me a sugerir-vos a leitura sintetizada de um artigo de Eugênio Rosa onde desmistifica e apresenta dados que com as medidas neoliberais deste governo em conluio com a Troika e os elementos do FMI que se deram ao "luxo" de apresentarem um relatório que um leigo entende ser catastrófico:

O FMI, UTILIZANDO DADOS INCORRETOS, DEFENDE MEDIDAS NEOLIBERAIS QUE DESTRUÍRIAM AS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO E LANÇARIAM O PAÍS NUMA RECESSÃO MAIOR
A pedido do governo PSD/CDS (mais um exemplo do servilismo ao estrangeiro deste governo que despreza o saber cientifico nacional), o FMI elaborou um “estudo” com o titulo: “Rethinking the State – Selected Expenditure reform options”. O objetivo é claro como o próprio titulo o diz:
“repensar o Estado”, ou seja, refundá-lo para utilizar as palavras de Passos Coelho. Para isso, é preciso começar por destrui-lo. Quem se dê ao trabalho de ler as suas 76 páginas em inglês (nem se deram ao trabalho de o traduzir em português) conclui que ele é mais um exemplo do neoliberalismo defendido pela escola de Chicago de Friedman, sendo o seu objetivo a destruição do Estado, ou seja, da Administração Pública e das funções sociais do Estado. O FMI, ignorando mais uma vez a Constituição da República Portuguesa (para estes “senhores” ela não existe), e sem a definição do que deve ser o Estado em Portugal, apresentou um “pacotão” de medidas que, aplicadas, destruiriam os sistemas públicos de saúde, educação, e segurança social e lançariam o país numa recessão económica ainda maior. E para fundamentar essas medidas de natureza ideológicas, o FMI não hesita em utilizar mesmo dados falsos e inverdades como iremos provar.

Assim com os ventos que espalharam a tempestade sobra para o mais fraco, o Povo português, que só demonstra a sua ignorância ao desprezar o direiro de alterar algo no acto de votar ...
Fiquem bem.

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